A ascensão de mulheres à liderança revela uma verdade incômoda: 68% delas veem presença feminina, mas apenas 48% sentem compromisso real com a equidade. Essa lacuna não é apenas um desafio de RH, é um risco estratégico que ameaça reputação, governança e atração de talentos. Em um mercado cada vez mais atento, a retórica não basta. Empresas que traduzirem promessas em ações concretas definirão o futuro da prosperidade e liderança, enquanto outras perdem a corrida pela relevância. A hora de agir é agora.
[Branding, Comunicação]