Forbes, a referência em negócios e economia, aponta um movimento claro no mercado brasileiro: quase sete em cada dez empresas pretendem aumentar as contratações de tecnologia em 2026. Em meio a avanços da IA e ao aumento de ataques cibernéticos, profissionais de segurança da informação aparecem entre os mais demandados, sinalizando que o eixo da transformação digital depende cada vez mais de pessoas com capacidades de identificar riscos, manter operaricalidade e proteger o valor da marca.
Essa tendência não chega como surpresa apenas por números: ela revela como as organizações precisam alinhar tecnologia, governança e comunicação para que o crescimento seja sustentável. Do ponto de vista estratégico, o cenário traz dois aprendizados centrais. Primeiro, há uma demanda crescente por talentos especializados em segurança, que assegurem que a inovação não comprometa a confiabilidade operacional nem a reputação da empresa. Segundo, o ritmo acelerado da transformação exige uma visão integrada entre tecnologia e branding — é a diferença entre escalar processos e perder o fio da narrativa da marca.
Para o ecossistema Werbe, isso reforça a importância de unir o avanço tecnológico a uma estratégia de branding sistêmico. Em vez de tratar automação e comunicação como disciplinas separadas, há valor real em adotá-las como uma só linha de trabalho: governança de marketing aliada à automação de operações, com foco em proteger e ampliar o valor da marca enquanto se amplia a capacidade de entrega. A ideia é clara: crescer sem ruído, mantendo o propósito da marca intacto e a experiência do cliente sob controle mesmo quando a tecnologia acelera.
No nível prático, as empresas podem mirar três frentes: (1) investir em formação contínua e programas de retenção para equipes de tecnologia e segurança; (2) estruturar parcerias com universidades e ecossistemas de inovação para captar talentos onde a demanda é maior; (3) consolidar a narrativa da marca em torno de confiança, qualidade de serviço e responsabilidade digital, para que o crescimento tecnológico reforce, e não debilite, a reputação.
Essa sinergia entre tecnologia e branding não é apenas uma tendência de números: é uma decisão de gestão que pode ditar quem lidera o mercado em 2026 e além. Quem conseguir orquestrar esse equilíbrio entre automação, governança e comunicação terá uma vantagem competitiva sustentável, capaz de transformar contratações em crescimento de valor real para a empresa e seus stakeholders.